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fevereiro 23, 2005
Abdul, o cozinheiro
Já não o via há muito tempo. Ontem lá estava ele, na cozinha do acampamento. O grande cozinheiro que fazia uns cous cous fantásticos, entre outras coisas bem condimentadas.
- Salam alekum! - cumprimentei-o a sorrir.
- Alekum salam. Oh! You are here?! - perguntou-me no seu inglês paquistanês.
- Yeah. I had to come down for a few days. Ya goin' home again? - estranhei o bigode.
- Noooo! I will have vacations only in June. Sill a long time. - disse ele olhando para a comida que ia servir.
- Hummm, why then the moustache? Last time you told me it was because of your wife. - tinha ele dito na altura que era forçoso chegar ao Paquistão com um grande bigode senão a mulher iria pensar que ele o teria rapado cá para se meter com as miúdas.
- Oh that. I can't cut anymore because my skin gets red when I do it.
E ficou então explicada a razão do bigode. Por acaso ficava melhor sem ele, o que explicaria os temores da mulher. E os portugueses? Tirando o bigode, já em desuso, o que é que os maridos terão que levar como adorno ao regressar a casa para que elas não desconfiem?
Yono.
Miguel S.
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Comentários
Eu sugiro boa cara e boa disposição. A não ser que seja tão raro que dê nas vistas, hehe.
Publicado por: cromo em fevereiro 23, 2005 08:11 PM
:))))))))
Publicado por: Miguel S. em fevereiro 24, 2005 06:28 AM










