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agosto 27, 2005
A terra das festas
Nunca me habituei muito bem a estas merdas das festas privadas, apenas conhecidas em África. Filho da grande cidade foi com estranheza que comecei a aperceber-me deste tipo de realidade. O giro disto é a guerra da socialite local para estar em todas... Não chegaram ainda ao nível dos nossos porque, para além d'outras questões sobre as quais não vale a pena dissertar, são em tão reduzido número que ainda insuficientes para a existência d'algo a si dedicado.
Pessoalmente, sempre gostei das coisas descontraídas. Ir onde não se é conhecido, beber um copo na boa com gente normal e descontraída. Sem preocupações de detalhes como o que vestir para sair à noite, sem preocupações de ver quem está e quem deixou de estar, do que é que aquele(a) trouxe vestido, qual o carro que deixaram à porta da festa ou sequer a táctica de se chegar com mais de 2 horas de atraso para se ter a certeza de se ser visto por todos. Bof!
O que anima estes eventos "sociais" locais é, sobretudo, a quantidade de árvores de Natal que deambulam em feroz competição, sendo certo que o Natal ainda está longe e não é por estas noites que aparecerá o bonacheirão vestido de vermelho com as barbas brancas e o seu Oh! Oh! Oh!...
Yono.
Miguel S.










